SÃO PAULO (Reuters) - Se “Passageiros”, de Morten Tyldum (“O Jogo da Imitação”), tivesse a coragem de se assumir como a ficção científica que se anuncia, talvez fosse menos problemático do que o drama romântico que é. A premissa é boa, embora já explorada com mais competência em dezenas de filmes e romances do gênero. Sujeito perdido e sozinho no espaço. O que fazer? Não muito tempo atrás, Matt Damon, em “Perdido em Marte”, plantou batatas até chegar o resgate. O personagem de Chris Pratt, Jim Preston, está numa situação semelhante, ainda que não precise produzir sua própria comida. ...
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