SÃO PAULO (Reuters) - Uma das melhores reflexões sobre o mundo conturbado em que vivemos veio do inglês Ken Loach, com a joia humanista “Eu, Daniel Blake”, que lhe garantiu a segunda Palma de Ouro no Festival de Cannes 2016. Sua primeira Palma havia sido “Ventos da Liberdade” (2006). Não é uma temática nova a que Loach visita, como o desemprego – como ele fez no magnífico “Meu nome é Joe”. Mais uma vez, o título é uma afirmação de identidade de um homem comum, no caso, o carpinteiro Daniel Blake (Dave Johns). Aos 59 anos, ele sofreu um AVC e foi posto de licença médica. ...
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